segunda-feira, 19 de março de 2012

A Infância nunca morre...

Aproxima-se a primavera, o tempo que outrora levantava a chuva e renascia a natureza. E a cada dia, sempre que um raio de sol levanta, sempre que a brisa sopra, renasce em mim a vontade de viver, de sentir esse aroma proveniente desse fenómeno e lembrar que boa foi a infância. A inexistência de responsabilidades, o sabor da brincadeira, o toque da terra. Mas crescemos, e a realidade é outra, temos emoções diferentes, sentimos de outra forma.
Acredito que fica sempre alguma coisa desse tempo, pois no fundo sou uma criança, cheio de sonhos, de imaginações quase impossíveis, no entanto, não deixo de acreditar nelas, luto todos os dias para as manter vivas, para que me façam correr, como se fossem objetivos que me fazem mover obstáculos, que me fazem sentir o que no fundo sempre fui…

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